Moon the Loon, 39 anos depois

By Francisco Grijó / 7 de setembro de 2017

Gene Krupa, o grande baterista de jazz, é o pai espiritual de Keith Moon, o maior baterista do rock. Alguns preferem John Bonham e Ginger Baker, eu sei. Outros, mais juvenis, Neil Peart. Hoje, 7 de setembro, faz 39 anos que Moon the Loon se foi, deixando saudosos e órfãos, todos eles na mesma intensidade. Já escrevi sobre o The Who, minha banda de rock preferida. Desde que ouvi Tommy, a famosa ópera rock, em 1976, não parei mais de admirar o velho Keith, furioso, vascular, técnico e absurdamente talentoso. Um mestre no seu instrumento.

Sim, é apenas uma opinião. Abaixo, é possível ver que tenho razão. A qualidade do vídeo, feito há 43 anos, não é grande coisa – mas o som é. Se alguns de meus seis ou sete leitores desconhecem a grande arte deste senhor abaixo, é o momento de ser apresentado. Com vocês, Keith Moon.

P.S. Moon the Loon, ou Moon o Lunático, foi um apelido gerado a partir das maluquices que Keith produzia com e sem a bateria.

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Francisco Grijó

Francisco Grijó, capixaba, escritor, professor de Literatura Brasileira, atual secretário de Cultura de Vitória (ES)

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