All posts in "livros"
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Naipaul, o simples?

By Francisco Grijó / 28 de agosto de 2017

Vou afirmar sem dó: se você, sexto ou sétimo leitor, ainda não leu V. S. Naipaul, leia. É esse senhor aí de cima. Não é badalado, é pouco conhecido, embora tenha tido seu primeiro livro – Os Mímicos – publicado há exatos 30 anos, no Brasil, pela Cia. das Letras. Só para constar: o V […]

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Mais ausentes: Arreola, Brautigan

By Francisco Grijó / 1 de agosto de 2017

Juan José Arreola já deu as caras por aqui, no Ipsis. Mas por que retorno a ele? Pelo mesmo motivo que me fez escrever sobre Donald Barthelme, há poucos dias: a ignorância das editoras brasileiras em relação a alguns autores essenciais. Essenciais a quem? Eis a questão. É difícil afirmar que um determinado autor é […]

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Barthelme, finalmente?

By Francisco Grijó / 25 de julho de 2017

Em 1984 ganhei um livro intitulado Come Back, Dr. Caligari. Um querido amigo, psiquiatra e escritor (excelente em ambas as atribuições), presenteou-me. Li sem desconfiança, afinal por que um amigo capixaba me presentearia como um grego? As portas se abriram de um lado a outro: Donald Barthelme foi apresentado a mim e eu me apresentei […]

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Arte, romance

By Francisco Grijó / 23 de julho de 2017

Tenho lido bastante sobre arte contemporânea. Meu próximo romance, em andamento, e com o título provisório de Fama Volat, versa sobre o assunto. Mais não falo – até porque a quem interessaria? Pois bem: o livro à esquerda, cujo título se refere a uma específica obra de arte (sim, um tubarão de verdade) e seu […]

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Kurt Vonnegut, o humanista

By Francisco Grijó / 5 de julho de 2017

Leio que Unstuck in Time, documentário de Robert Weide sobre a vida e a obra de Kurt Vonnegut, está em fase de pós-produção. Vonnegut é um dos meus ídolos literários, uma de minhas obsessões no que se refere à criação, às palavras. Lembro-me de caçar seus livros como aves rarae em sebos do Rio de […]

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De volta, mais uma vez

By Francisco Grijó / 1 de julho de 2017

Pois é: o Ipsis Litteris está de volta, após alguns anos desativado, não por vontade de seu chefe e gestor, mas por conta e risco de um hacker que, sabe-se lá por quê, resolveu vilipendiar meu quintal. Não vou lamentar mais. De lá para cá o Ipsis Litteris não se modificou muito. Continua a veicular a opinião pessoal […]