Abril, 13 (o cabotinismo)

Sabe o que o psicanalista Jacques Lacan, o filósofo e crítico literário Georg Lukács, o dramaturgo Samuel Becket, o poeta Seamus Heaney, o cantor Al Green, o compositor e cantor Sérgio Sampaio, o campeão de xadrez Garry Kasparov, o guitarrista Hillel Slovak e eu temos em comum? A data de nascimento: o décimo terceiro dia de abril. Sim, completo 58 anos hoje.

Como mando e desmando neste espaço, dedico a mim o conteúdo – especificamente a meus livros, e mais especificamente ainda aos 3 que ainda estão em circulação, sendo vendidos em livrarias (sim, ainda existem) e, principalmente, pela internet. Clicando nas capas abaixo, o leitor (sim, ainda existe) obterá informações escolhidas sobre as obras. Sim, sou cabotino.

2016, biografia
2013, contos
2019, romance

Quer informações sobre meus outros livros? Clique em O CHEFÃO, lá em cima, à direita. Ou AQUI. Dá na mesma.

4 opiniões sobre “Abril, 13 (o cabotinismo)”

  • 13 de abril de 2020 em 01:37
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    Achei modesto, porém, de um jeito pedante. Rs.

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  • 14 de abril de 2020 em 23:22
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    Isso me lembrou o cabotino Jô Soares sendo entrevistado em seu próprio programa para promover o romance policial “As Esganadas”. Dentre algumas semelhanças , sua postagem me apeteceu a ler, assim como a entrevista. Vou comprar o “Fama Volat” para ler na quarentena na certeza que a qualidade do livro não será uma semelhança com a obra que eu citei do ex-apresentador/comediante. Bem fraca, assim como “O Xangô de Baker Street”. É pouco pra avaliar ter lido apenas duas obras, mas o Jô romancista não é dos melhores.

    Grande abraço e feliz aniversário, Grijó!

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    • 15 de abril de 2020 em 20:28
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      Espero que goste, Arthur.
      Desça o malho, se necessário. E elogie tb na mesma proporção.
      Abraço!

      Resposta

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