Fala! #6: Philip Roth

A incômoda verdade de Philip Roth - Estado da Arte

“A religião era uma mentira que ele identificava ainda bem jovem, e todas as religiões pareciam-lhe insuportáveis, todas as superstições religiosas eram bobagens sem sentido, uma criancice; não suportava aquela total falta de maturidade – aquele vocabulário infantil, aquela santimônia e aqueles carneiros, os ávidos fiéis. Para ele, nada de conversa fiada a respeito da morte e Deus, nem fantasias obsoletas sobre o céu. A única coisa que havia era o corpo, nascido para viver e morrer conforme o que fora estabelecido pelos corpos que viveram e morreram antes.”

Homem Comum

4 opiniões sobre “Fala! #6: Philip Roth”

  • 24 de maio de 2018 em 14:50
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    P. ROTH tem um livro muito chato que é o primeiro dele (O Complexo de Portnoy), mas escreveu Pastoral Americana é isto o redimiu. É uma perda, mesmo ele não escrevendo muito nos últimos anos. RIP

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  • 25 de maio de 2018 em 17:13
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    É o maior da literatura norte-americana no século XX?

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    • 25 de maio de 2018 em 18:38
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      Rapaz, a meu ver, não.
      Tem alguns livros geniais, mas ainda acho que Vonnegut, Barthelme e Joseph Heller são melhores. Claro que é apenas uma opinião, sujeita a pedradas.
      Isso sem falar em Faulkner, John Cheever, Saul Bellow e Don DeLillo.
      Acho que está nesse bolo aí.

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